Algumas vezes em nossas vidas acontecem fatos que parecem nos matar por dentro. Abrem feridas que nem lembramos e carregamos elas para o resto da vida.

Sejam mágoas, ressentimentos, ou até momentos de alegria; esses são partes de nossa história que transformam a gente em quem nós somos ou apenas nos influenciam a ser quem queremos ser.

Isso é o que muitas pessoas tentam acertar nos cultos ou nos eventos que buscam cura interior ou libertação, mudar essa história e virar sua vida em 180 graus é o que significa conversão.

Alguns estudos que vi na internet sobre esse tema, muitas vezes focam no outro, em como evangelizar e em como cuidar das pessoas que chegam novas na igreja. Mas e as antigas? E aquelas pessoas que estão na igreja, firmes, em comunhão mas que muitas vezes passam por tormentas tão grandes que as tiram da presença de Deus?

Nós cristãos achamos sempre que os que estão na igreja já são curados e sarados e que não precisam mais de cuidados, os que precisam é os que ainda não se converteram ou não estão “na presença do Senhor”.

Sempre achei mais difícil se manter com Deus, estando na igreja, do que quando precisava mesmo me converter.

Deus cuida de mim e de todos nós a cada momento, mas parece que deixamos os problemas e as amarguras que tentam contaminar nosso dia a dia nos afastar da presença Dele. E mesmo estando na igreja precisamos nos reerguer e renascer em Deus, todos os dias.

No texto que diz “Orai sem cessar”, Paulo primava que entendessemos a nossa necessidade de estar sempre ligados a Deus. Mas será que conseguimos?

Eu como humana assumo, às vezes eu estou tão “submersa” nos problemas que não consigo fazer disso uma realidade diária da minha vida.

Pergunta do Dia: Já aconteceu isso com você? Qual o cuidado que temos tido com nossos irmãos em Cristo quando sabemos que eles precisam de apoio?

Que permaneçamos orando sem cessar e buscando a presença Dele todos os dias.

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