A Pílula anticoncepcional fez 50 anos. Desde então, a mulher obteve a liberdade de se permitir a prática do sexo sem a preocupação com a concepção de uma nova vida. Isso colaborou na liberação sexual da mulher, seguido pelo movimento das feministas e seus sutiãs queimados. Houve, e ainda há, uma preocupação com os efeitos colaterais das pílulas, e, cada vez mais o conteúdo hormonal diminui.

Ultimamente se está questionando a importância de se menstruar ou não. Esta, com certeza, uma outra discussão (apesar do benefício da não-TPM;)).

Esse é um assunto que gera muita controvérsia. Por uma lado a Igreja Católica que não abre mão do princípio da fecundidade e (re)afirma que tais métodos não são desígnios de Deus. Por outro, a sociedade, alheia às questões de fé, observando apenas a ótica do planejamento familiar, pela experiência de se ter, nos dias de hoje, mais de um filho, etc. E ainda há o movimento, mais identificado com uma pregação contra a fornicação, ao sexo livre, que acusa tais métodos de contracepção, assim como a camisinha, como motivadores da prática sexual.

Sim, podemos considerar os exageros e, como tudo que é exagerado, buscar um equilíbrio. E daí, o método começa a ser aceito, desde que dentro de uma relação marido e mulher. Mas há o outro lado que considera que a discussão sobre o aborto (tema mais polêmico ainda) começou da mesma maneira, até que, um dia, viemos a ter uma visão menos extremada e passemos a dar as mesmas explicações e justificativas para que se considere a possibilidade de respeitar o desejo, a vontade da mulher. Isso porque, normalmente é ela que, na maior parte dos casos, arca com o maior ônus, por ter que criar o nenê.

Pode ser exagero, mas, como a história é dinâmica, pode-se observar semelhanças… E os leitores da Evangelista, o que pensam sobre isso?

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