Hábitos

Palavra do Pr. Manga na Vineyard Rio em 06/01.

habitos_1Não se mudam hábitos com papel e tinta e sim com novos hábitos, rotinas.
Quanto voce dorme? Quais sao seus horários? Qual a quantidade e a qualidade do que você come? Quanto tempo se dedica a leitura? E a tv?

É importante você se atentar aos seus hábitos. Principalmente quando você exerce autoridade crítica sobre hábitos antigos.
Vamos viver felizes com as novas mudanças. Lc 4:16. (Como diz no texto, “de costume” referencia hábitos, rotinas…)
Seu sucesso pode ser encontrado na sua rotina diária. As práticas devocionais mostram o valor de estarmos em uma rotina diária com Deus.

O que é essencial pra vida espiritual: bíblia, oração, comunhão, adoração e missão. Nada pode substituir a prática diária da oração, o culto comunitário e a participação da ceia é importante.

É preciso mais do que tempo, é preciso perseverança, humildade, coragem e desejo pra ser transformado por Deus.
Dedicar-se em imitar os pensamentos e modelos de conduta de Jesus Cristo.
Na bíblia temos 31 hábitos de Jesus. Os 3 de exemplo são:

1. Jesus se retirava dos ruídos e das demandas diárias simplesmente pra passar um tempo com Deus.
Como e quando recarregamos nossas baterias? Jesus se retirava. Mas Jesus nao era solitário, mas ele é alguem que estar com alguem ele sentava no colo do pai. Quando foi que Deus falou com clareza com voce? Provavelmente quando voce estava em momentos a sós com ele. Nós nos retiramos, nos isolamos pra escutar com clareza a voz do seu Amado.

2. Segundo hábito de Jesus é a oração. Será que não podemos também ter esse hábito? Ore! Um dos hábitos mais lindos de Jesus era a intimidade dele com o Pai através da oração. Se nao estiver em oração um dardo pode tirar a minha concentração, a minha paz.

3. Jesus construía relacionamentos. Relacionamento é a chave do coração das pessoas pra mostrar Deus. Buscando pontes relacionais com as pessoas. Hoje se nao for através de contatos relacionais é muito difícil mostrar Jesus.
Precisamos pensar sobre isso e ser feliz com as mudanças que nossa vida irá ter. Precisamos buscar esses 3 hábitos.

Um estudioso de Harvard falou que um hábito só se torna hábito depois de 38 vezes fazendo eles.

A polêmica da #UniaoHomoafetiva e #ChupaMalafaia

Muito tempo que não escrevo aqui, muito tempo que não me manifesto, mas diante de um fato histórico na sociedade brasileira não tem como me calar.

Hoje o tema nas principais redes sociais foi a aprovação da União Homoafetiva pela justiça e a repercussão negativa das palavras do Pastor Malafaia. Minha opinião em nenhum momento será explicitada neste post, pois não cabe aqui tomar partido e sim pensar no posicionamento do povo cristão diante dessa situação.

A primeira pergunta que faço, quando alguém vem falar contra ou a favor é: “O que vai mudar a sua vida se você é contra?”. Sim, se você é contra a união homoafetiva o que irá lhe influenciar essa decisão da justiça? A União Homoafetiva prevê apenas a união civil, no cartório, e em nenhum momento afeta ou afetou nossa crença.

A homossexualidade está aí, sempre existiu e todos os homossexuais, assumidos ou não, são de carne, osso, alma e espírito tanto quanto nós, então porque não podemos exercer o amor ao próximo, independente de quem seja, como Jesus nos ensinou?

Ele amou ladrões, amou prostitutas, amou a pior escória do mundo… E nós, cristãos, cada dia mais exercemos a intolerância a pessoas que querem apenas o direito de livre arbítrio que Deus as deu e nem são casos como esses citados anteriormente neste parágrafo. Quem somos nós pra julgar o próximo? Quem somos nós pra dizermos algo que vá de encontro a justiça? Nosso direito acaba, quando o deles começa e no dia do julgamento final, cada um prestará contas de suas próprias ações. Ou seja, na hora do julgamento final, penso eu, Deus não irá falar “você está em pecado pois não conseguiu demover a justiça no caso da união homoafetiva”.

Pelo amor do nosso Pai, paremos de olhar pro outro e julgarmos suas ações, decisões e vamos tentar mudar a nós mesmos antes de qualquer coisa. O que temos que demontrar é o amor, EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA O AMOR DE JESUS VEM EM PRIMEIRO LUGAR. Diz na bíblia “Amai o próximo como a ti mesmo”… Jesus morreu na cruz pelo meu, pelo seu e pelo pecado de cada um de nós, independente qual seja.

Se existe na sua cabeça qualquer coisa que leve a “intolerância” ao invés do amor, saiba, quem está em pecado é você, então antes de julgar o outro, é você que tem que pedir perdão a Deus.

Jesus é amor e como a maioria dos cristão coloca isso como adesivo de carro, tá na hora disso sair do nosso carro e entrar no nosso dia a dia, no nosso coração e nas nossa ações.

Ps.: Se tiver que fazer uma defesa ao Malafaia a única que farei é que “Chupa” é muito ofensivo, de resto ele que deveria exercer o amor de Jesus em primeiro lugar.

Amo vocês!

O dia que eu fui julgada

Já tem quase um mês que me mudei de bairro ficando bem longe da igreja que gostava de frequentar. Como estava sem tempo ainda não tinha procurado minha nova casa para estar com meus irmãos e meu papai. Parece simples encontrar uma igreja, já que tem uma em cada esquina atualmente, mas uma igreja que toque seu coração, que compartilhe dos mesmos pensamentos teológicos, uma igreja que faça você chegar ao pai pode ser mais complicado de achar que parece.

Na semana passada minha avó já tinha puxado minha orelha dizendo, você precisa encontrar uma igreja por aqui para você se tornar membro, mas e a preguiça de ir de igreja a igreja, de domingo a domingo para encontrar aquela que tocasse meu coração?

Ciente da razão que minha avó tinha, coloquei na minha cabeça que começaria a procurar uma igreja pra mim, aqui perto, de fácil acesso e que Deus me ajudasse, já orava por isso.

No sábado a noite iria ficar em casa mas descobri que uma banda de rock, não cristão, que gosto muito iria tocar na Lapa no Rio de Janeiro. Colegas meus iriam e a banda jamais havia tocado no Brasil e a possibilidade de tocar novamente é quase remota, pelo menos ao meu ver. Decidi ir ao show, independente de preconceitos, nem nada… Amo música, tenho colegas que não são cristãos como eu e não vejo nenhum problema em ver trabalhos de músicos, eu disso músicos – não levitas, tocando ao vivo em companhias simpáticas e agradáveis. E eu, não estava ali pra evangelizar mesmo, estava para ter momento de diversão, de descontração, e ver uma das bandas da minha adolescência que tinha muita curiosidade de saber como era ao vivo.

A banda era o Stone Temple Pilots, que eu conheci a uns 15 a 16 anos atrás por muitos falarem que era parecido com Pearl Jam, uma das minhas bandas favoritas na adolescência.

Hoje tenho 28 anos, sou cristã, muitas das minhas referências de louvores que mexem comigo possuem uma pegada rock ou pop que foi a referência musical da minha adolescência, mas nunca me senti impedida de, por ter mudado tanto, não ver ao vivo shows das bandas que mexerem comigo a mais de uma década atrás. Tudo bem que naquela época era bem capaz de eu ficar na beirada do palco me esguelando, acho que essa é a principal diferença atual, vou pra ver músicos tocarem, músicas saudosas de outrora e ponto final.

Qual não foi minha surpresa ao entrar no táxi a caminho do show e ele me pergunta pra onde vou. Digo veementemente, Circo Voador na Lapa… Com um comentário evangelístico (assim eu pensava anteriormente) este motorista me fala, você sabe que Deus tem coisa melhor pra você que ir para shows numa noite de sábado.

Feliz em ver que um servo do Senhor evangelizava no táxi falei pra ele que eu sou cristã também e que entendia seu comentário e que concordava mas, seguidamente expliquei tudo o que acima descrevo. Depois disso o homem gritava, dizia que ele era profeta, que eu não tinha o espírito de Deus em mim, que se eu não estava indo evangelizar que eu não era cristã nada… Que rock foi feito pelo diabo e para o diabo, que não existe louvores com rock, que isso é armadilha de Satanás. Que não poderia ser batizada, que o peso do Senhor iria cair sobre mim e sobre os líderes que me batizaram. Comecei a orar, a dizer que Deus iria ter misericórdia da vida dele por me julgar e julgar o Espírito que habitava e habita em mim, que ele não poderia julgar a conversão do irmão… Falava calmamente. Ele gritava me condenando ao fogo do inferno. Paguei o moço, saltei do táxi no lugar combinado e ele continuava gritando dizendo que eu estava no mais graves do pecados, que eu iria pagar por isso.

Decidi abstrair, me diverti vendo o show. Sentei com meus amigos num bar, bebi água, conversei e pegamos um táxi na volta. Por mais incrível que pareça, não contei nada do acontecido a ninguém, não queria denegrir a imagem dos cristãos e fomentar um papo com pessoas que não reconhecem a soberania de Jesus, por um ato que eu passei. Meu papel ali não era esse e engoli a seco essa história. Quando voltamos, coincidentemente (ou cristocidentemente) o taxista estava com a rádio ligada numa rádio evangélica e só tocaram louvores que eu conhecia muito bem… Os cantei com ardor na volta, minhas colegas no banco de trás, não sendo cristãs, mas sabendo sobre minha crença, nada falaram. Elas foram deixadas primeiro e quando o taxista me deixou falou, bom ver alguém louvando a Deus independente do que possam falar e sem vergonha do Deus que serve.

Dois taxistas, um na ida e outro na volta, duas posturas, duas questões.

Hoje, no domingo, era o dia de buscar minha nova igreja. Já sabia de uma que me interessava mas mesmo assim decidi publicar nas minhas redes sociais, eis que um colega, esse com a mesma crença que eu, indica uma igreja na esquina, literalmente, da minha nova casa e eu decidi visitá-la primeiro, sem saber o que viria.

Uma das coisa que o taxista da ida do show mais reclamou foi da minha vestimenta ao show. Uma blusa com os ombros a mostra, minha tatuagem que fiz na adolescência, também a mostra, e uma saia um palmo e pouco acima do joelho. Não vi problemas com minha roupa mas depois que ele falou fiquei realmente constrangida, será que parecia realmente uma prostituta?

Decidi então, ir a igreja aconselhada por esse colega com a mesma roupa que fui ao show ontem. Se iria entrar para uma nova igreja que, pelo menos, eles não agissem como aquele rapaz. Afinal, aquela seria minha nova família em Cristo.

Cheguei realmente envergonhada, com medo de ter alguém ali igual aquele taxista mas fui tratada com um amor indescritível. Me ofereceram um cafezinho que tinha acabado de sair antes do culto, perguntaram meu nome, se era a minha primeira vez ali… Comecei a me sentir em casa.

De repente começam os louvores, todos que amo… Alguns antigos, que mexem muito comigo, outros com a pegada rock de alguns levitas que eu amo, mas em estilo acústico, voz e violão. Resumindo: Perfeito pra mim.

Chorei, me emocionei, fui imensamente edificada com a palavra. E qual era o tema da palavra? Parábolas: O bom samaritano e a do servo impetuoso. Na mesma hora percebi que eu tinha gerado uma mágoa perante aquele taxista, que ele agiu comigo como aquele servo, me pegando pelo pescoço e me condenando e meu coração havia se enchido de raiva pelas palavras e julgamentos dele.

No final tivemos a Santa Ceia e eu pedi perdão a Deus por ter enchido meu coração de raiva pelas palavras dele e por não ter entendido que a fé dele é assim e que, talvez, ele se cobre tanto quando cobrou de mim e que, talvez, ele precise disso pra estar com Deus.

Agora chego em casa com o coração tão limpo e tão leve que digo, achei minha igreja, achei meu lugar.

Voltando as vacas gordas!

Vocês se lembram quando José interpretou o sonho de faraó explicando que as sete vacas magras eram sete anos de fome e depois viriam sete anos de abundância com as sete vacas gordas? Pois é, admito estar em meio a esse sonho.

Curiosamente estou a seis meses sem escrever no blog, creio eu que este é, provavelmente, o último mês de minha luta. De vez em quando ainda apareço no twitter, mas o blog, parecia que eu escrevia, e escrevia, mas não tinha coragem de publicar nada. Admito, também, ainda estar nesse período de fome… Fome espiritual, fome criativa, fome de fé, resumindo, fome de Deus.

Tem um louvor que costuma me tocar atualmente que é “Quero me apaixonar por ti outra vez, quero me entregar a ti mais e mais Senhor, leva-me de volta ao meu primeiro amor”.

Mas deixa eu explicar o que aconteceu… Estava com problemas sérios em minha vida pessoal e isso refletiu na minha fé em Deus e, principalmente, em minha fé nos sonhos que Deus tem em minha vida. As vezes acontecem coisas em nossas vidas que vão de encontro com o que a bíblia diz e você fica em um quarto escuro sem saber e sem achar que é digno de entrar na presença de Deus. Eu achava que não era digna nem de orar, que dirá entrar na presença Dele.

Provavelmente agora você pode estar pensando o pior de mim, mas a questão aqui tem uma palavra: “Divórcio”.

Até quem não é cristão sabe que Deus não reservou pra gente algo assim e nem nós, quando casamos, pensamos que um dia podemos ser parte dessa estatística. Isso me aconteceu em novembro, em final de abril pensava que era hipocrisia da minha parte escrever como uma evangelista se não consegui manter minha família, meu casamento; mas jamais tive coragem de me desfazer do blog ou do twitter. Deixei ali, quietinho, como quem não é digna mas gostava de ver o que um dia fez parte de você.

De uns dois meses pra cá tenho orado, lido a bíblia, tentado entender porque isso aconteceu comigo e tenho me sentido novamente um pouco eu mesma, o que muitos meses atrás não era nem sombra de quem eu sou. Essa semana começou a me bater o desejo de escrever novamente aqui. Não vou negar que ainda não me sinto digna de escrever como A Evangelista, nem digna de incentivar ou questionar o que vejo ao meu redor. Dentro de mim ainda existe muita confusão pra tentar esclarecer.

Mas o que me fez escrever então?

Tenho voltado, gradativamente a ter criatividade e coragem pra falar. Como diz na bíblia: “O choro pode durar uma noite mas a alegria vem pela manhã”. Digamos que eu estou começando a ver a madrugada se findar e aguardando o sol nascer em minha vida, por isso a associação com o sonho que José, iluminado por Deus, interpretou.

Como quem vê a seca se prolongar, estou aqui… Mas creio que os sete anos de abundância (não prosperidade, mas alegria, amor a Deus e a mim mesma) estão começando a brotar com a iluminação de Deus.

Não prometo ainda, escrever diariamente como fazia. Não prometo sequer escrever duas ou três vezes por semana… Mas prometo, com todo o meu coração, tentar escrever pelo menos uma vez na semana. Escreverei agora como alguém que está buscando o evangelho pra tentar juntar suas partes que se quebraram no meio do caminho.

Pergunta de hoje: Você já passou por um período de luta onde se sentiu parte do sonho de faraó, interpretado por José?

Que Deus nos abençõe sempre, mais e mais.

Ir ao culto ou a missa?

Católicos e evangélicos (protestantes), mesmo sendo cristãos, costumam usar palavras que distoam uma das outras mas que na prática costumam acontecer de formas bem semelhantes.

Para o católico, quando ele vai a igreja, costuma ir a missa, para o evangélico é o culto. A missa, segundo o dicionário, tem o significado de “ato mais importante do culto católico e do culto ortodoxo”. Como podem ver, no próprio significado da palavra missa, o culto se torna presente e é parte fundamental para que o mesmo aconteça. Culto, nada mais é que um sinônimo de veneração, amor intenso e no final das contas todos tem que como objetivo ir a busca de mostrar o amor e a adoração que temos por Deus e por seu filho que morreu na cruz para nos salvar.

A palavra “rezar” e “orar” acontece o mesmo que descrevi acima. O significado de rezar é “Falar, dirigir suplicas, orar a Deus”.

E por aí vai…

Daí, muitas vezes, questiono a rixa que existe entre católicos e evangélicos (protestantes). Daí, muitas vezes, não entendo o porquê de quererem tanto que eu me posicione bem mais do que apenas o comentário. Sou cristã!

A palavra cristã é muito mais complexa do que as palavras católicos e evangélicos. Aqueles que se denominam cristãos estão se apresentando como “pequenos Cristos”, ou seja, ser uma cópia submissa de Cristo. Pra mim, seria muito mais fácil alegar ser evangélica ou católica, do que uma imitadora de Jesus.

Realmente, se eu analisar com calma e afinco, tenho defeitos e atitudes que podem ir de encontro com isso que prego e falo, já que, quem sou eu para me considerar uma cópia de Jesus? Mas quando penso na responsabilidade do que estou dizendo, isso me incentiva a melhorar dia a dia e tentar um dia ser merecedora desse adjetivo – cristã.

Por isso que, muitas vezes, não entendo essa necessidade de evangélicos e católicos demonstrarem tanto fervor um com o outro. De um lado as críticas as “religiosidades e hipocrisia” de alguns protestantes, de outro a crítica perfumada de enxofre, ao culto das imagens católicas.

Pra que isso? Aonde essa discussão toda pode nos agregar coisas boas para o reino? Qual o exemplo que nós, cristãos, estamos dando para aqueles que não entendem e não aceitam Jesus Cristo como Senhor e Salvador?

Em minha humilde opinião, essas discussões não levam a nada e não acrescentam nada. Na própria palavra diz que não sabemos e não podemos julgar a conversão de ninguém… Tem gente que não pode julgar nem a própria conversão, que dirá a do próximo.

Chutar imagens, chamar pastores de ladrões, humilhar padres os chamando de pedófilos, debochar das roupas de uma determinada denominação… Se essas são atitudes de cristãos, eu não conheço o mesmo Jesus que eles.

Hoje não vou colocar uma pergunta… Quero gerar debate, saudável, nos comentários. Sobre até que ponto a intolerância entre os católicos e evangélicos, é ou não saudável! #Comente.

Que Deus nos abençoe e traga aos nossos corações o amor ao próximo, acima de todas as circunstâncias.

O dia do beijo

No twitter só se fala no famoso dia do beijo… Uns querendo curtir tudo o que podem e usufruir as chances de sair com aqueles (ou aquelas) que ainda não teve chance, outros mais quietinhos se isolando em suas rotinas.

Dois pontos me assustam nesse dia.

O primeiro deles é como o beijo está banalizado. Qualquer um beija quem quer, na hora que quer e voltamos a nossas rotinas como se nada tivesse acontecido. Como se o sexo não fosse um tabu à parte em todas as juventudes e mocidades cristãs, eu venho mais longe questionar o beijo dentro das igrejas.

Não que eu seja retrógrada ou algo assim… Eu mesma admito ter beijado muito na minha adolescência, mas quando olho pra trás pergunto: em que isso me auxiliou? Valeu a pena?

Beijei muito, acho até por uma questão de status social… E hoje mais do que nunca, quando temos músicas como “Ficar com você” da Carla Visi fora das igrejas, e dentro das igrejas essa ideia se perpetuando como cupim em armário aglomerado, eu fico sem saber o que pensar.

Beijo não é algo que possui o tabú como a virgindade, mas é algo íntimo também… Ou não? Não sei quem já viu o filme “Uma Linda Mulher” com a Julia Roberts e Richard Gere, onde ela, como garota de programa, se coloca à disposição de fazer tudo por ele, menos beijá-lo na boca.

Se num filme de hollywood isso é discutido, então porque não abordar este assunto aqui? Sei que é um tema muito delicado e por isso resolvi lançá-lo somente no final do dia do beijo.

O segundo ponto a abordar e que por acaso eu já até twittei é sobre o beijo mais famoso da bíblia; aquele que traiu Jesus. Judas não apontou, não falou, ele simplesmente delatou quem era Jesus com um simples beijo e este sinalizou aos soldados romanos quem se auto-proclamava “Rei dos Judeus.

O que poucos sabem é que o beijo era um cumprimento famoso naquela época para designar seu rabino ou professor. Nesse sentido, o ponto que quero apontar são duas coisas, a falsidade dentro da igreja e o desrespeito para com a liderança.

Quem nunca ouviu que na igreja tem panelinhas, fofocas e todo o resto mais? Mas todos se beijam, cumprimentam o irmão, dizem estar orando um pelos outros… Mas o respeito ao próximo e a liderança muitas vezes se perdem nesse interim. Ou soltamos algo sem querer, ou muitas vezes por querer…

Nesse ponto, será que não teríamos banalizado o beijo dentros das igrejas como Judas fez com Jesus?

Pergunta do dia: O que acham desses pensamentos abordados?

Que Deus nos ilumine para que eu também possa ter tantas dúvidas sanadas.

Cura Interior e Libertação

Algumas vezes em nossas vidas acontecem fatos que parecem nos matar por dentro. Abrem feridas que nem lembramos e carregamos elas para o resto da vida.

Sejam mágoas, ressentimentos, ou até momentos de alegria; esses são partes de nossa história que transformam a gente em quem nós somos ou apenas nos influenciam a ser quem queremos ser.

Isso é o que muitas pessoas tentam acertar nos cultos ou nos eventos que buscam cura interior ou libertação, mudar essa história e virar sua vida em 180 graus é o que significa conversão.

Alguns estudos que vi na internet sobre esse tema, muitas vezes focam no outro, em como evangelizar e em como cuidar das pessoas que chegam novas na igreja. Mas e as antigas? E aquelas pessoas que estão na igreja, firmes, em comunhão mas que muitas vezes passam por tormentas tão grandes que as tiram da presença de Deus?

Nós cristãos achamos sempre que os que estão na igreja já são curados e sarados e que não precisam mais de cuidados, os que precisam é os que ainda não se converteram ou não estão “na presença do Senhor”.

Sempre achei mais difícil se manter com Deus, estando na igreja, do que quando precisava mesmo me converter.

Deus cuida de mim e de todos nós a cada momento, mas parece que deixamos os problemas e as amarguras que tentam contaminar nosso dia a dia nos afastar da presença Dele. E mesmo estando na igreja precisamos nos reerguer e renascer em Deus, todos os dias.

No texto que diz “Orai sem cessar”, Paulo primava que entendessemos a nossa necessidade de estar sempre ligados a Deus. Mas será que conseguimos?

Eu como humana assumo, às vezes eu estou tão “submersa” nos problemas que não consigo fazer disso uma realidade diária da minha vida.

Pergunta do Dia: Já aconteceu isso com você? Qual o cuidado que temos tido com nossos irmãos em Cristo quando sabemos que eles precisam de apoio?

Que permaneçamos orando sem cessar e buscando a presença Dele todos os dias.

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