O Blog da Evangelista

Censura e a volta da ditadura

Novembro 24, 2009 · 6 Comentários

Desculpe-me o trocadilho barato que irei fazer agora com o filme “De volta para o futuro”, mas alguém entrou num DeLorean DMC-12 e juntamente com Dr. Emmett Brown levou o Brasil de volta ao período ditatorial e da censura descarada.

Tudo começou com o Estadão que foi o primeiro a divulgar a censura que tem sofrido durante mais de 100 dias… E contando!

Para quem não sabe, o desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), proibiu o jornal O Estado de S. Paulo e o portal Estadão de publicar reportagens que contenham informações da Operação Faktor, mais conhecida como Boi Barrica. O recurso judicial, que pôs o jornal sob censura, foi apresentado pelo empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) – que está no centro de uma crise política no Congresso.

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) já comentaram o quanto esse ato ediondo de censura descarada e lavada é inconstitucional e um atentado à democracia.

Diante disso, o jornal tende a trabalhar com as armas que lhe cabem, criando um especial sobre censura no Estadão.com.br. Lá você irá encontrar mais sobre a repercussão do caso, vídeos e debates sobre o assunto, além de detalhes de uma sujeira que parece não ter fim em uma terra onde o regime militar e ditatorial parecia, enfim, um episódio do passado negro de um Brasil manchado pela corrupção.

E agora estou eu aqui, pela primeira vez levantando uma bandeira contra a censura em um blog que eu tento falar de temas que somente influenciem ao meio gospel, mas que pode e muito nos prejudicar e que poucos de nós temos falado no assunto.

Acontece que no G1 hoje, temos uma matéria onde um blogueiro foi condenado a pagar R$ 16 mil por causa de um comentário feito por um internauta em seu blog. Tudo bem que o blogueiro em questão deu mole de não comparecer a última audiência, mas o que denota-se é que após esse caso temos um precedente para nós também sermos responsabilizados pelos comentários em nossos blogs e com a censura descarada do jornal do Estado de SP o cerco parece estar se fechando na liberdade de expressão da blogosfera brasileira.

Agora eu estou aqui denunciando esse fato pois amanhã nós mesmos podemos ser lesionados mesmo tendo um posicionamento pacífico em nossos posts.

Um exemplo clássico foi meu post sobre a necessidade de ampliar a lei PLC 122 contra a homofobia. Eu não fui contra nada e nem ninguém no meu texto mas os comentários do meu blog são totalmente abertos. Vai que alguma pessoa (podendo entrar com um e-mail fake) tenha atitudes homofóbicas nos comentários e a lei passe, mesmo que eu não tenha visto o comentário ou que eu queira dar total liberdade de expressão aos meus leitores, poderei sofrer penalidades jurídicas por conta disso. Finalmente chegamos ao impasse!

Perguntas do dia: Até onde a liberdade de expressão pode ser sancionada desta forma? Até que ponto podemos ser penalizados pelo que outras pessoas colocam em nossos blogs? Até quando teremos que lidar com a censura grotesca?

Que Deus tenha misericórdia de nós e nos proteja.

→ 6 ComentáriosCategorias: polêmica · política
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Superando a Religiosidade

Novembro 16, 2009 · 3 Comentários

igrejaFui a um congresso no domingo pela manhã onde ouvimos itens para superar a religiosidade e alguns pontos chamaram muito a minha atenção, por isso resolvi escrever um post sobre o assunto.

Ser “religioso” hoje em dia é considerado algo terrível, abominado em algumas conversas, mas muitos desses mesmos que falam isso, não analisam o que é ser e quais as atitudes que nos tornam cada vez mais religiosos. Alguns pontos foram analisados e eu resolvi transmitir a mais pessoas que não puderam comparecer ao evento.

1. Decidir o ungido por e para nós – muitas pessoas vão atrás daqueles que consideram o ungido por elas. Não, elas querem alguém que tem o dom de cura, querem aquele que sabe profetizar mas na hora de buscar os dons em Deus e ser ela mesma a ungida, não consegue. Prefere ir àqueles que pensa ser a referência no assunto.

Um exemplo bíblico foi o Rei Davi, apesar de possuir pessoas com capacidades diversas em seu grupo como levitas, profetas e sacerdote, ele não se negava o direito de também buscar a Deus e exercer seu papel de levita, sacerdote e profeta. Ele sabia que o dom era para todos e por isso, apesar de respeitar e ouvir aqueles ungidos do Senhor, ele mesmo buscava os dons para si.

2. Decidir que o templo de Deus é a igreja ao invés de nós mesmos – Nós ouvimos até líderes considerarem a Casa de Deus o local físico onde realizamos a reunião dos irmãos, mas o que esquecemos é que o verdadeiro templo de Deus somo nós mesmos. É em nós que Deus habita!

O que é preciso para montar uma igreja? Nascer de uma virgem, morrer em uma cruz pelos nossos pecados e ressuscitar.

3. Decidir que a hierarquia é maior do que as ações – Respeitar a pessoa por ser um diácono, presbítero, bispo, ou qualquer outra pessoa pelo cargo que ela ocupa na igreja ou pela consagração que teve é um exemplo de que estamos focando mais os cargos do que as pessoas ou suas ações no meio de nós. Independente do cargo temos que dar honras a todos aqueles que trabalham para a obra do Senhor e nos amar como irmãos.

4. Decidir abrir mão de tudo e viver dentro da igreja – Sabem aquelas pessoas que fazem questão de abrir mão de tudo para estar em toda e qualquer culto da igreja, abrindo mão até dos momentos com a família e outras coisas necessárias? Pois é. Querer estar firme na igreja é algo louvável, mas precisamos coordenar prioridades…

Se você já vai a igreja na segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado e domingo, não é necessário que vá também nos encontros de domingo de manhã, nos cafés da manhã da igreja, em todas as vigílias… Precisamos entender que estar em cultos é uma benção, mas passar momentos em família, ir a eventos do trabalho… Tudo isso pode ajudá-lo a crescer também.

5. Decidir pensar sempre no eu em detrimento do coletivo – Eu preciso de ajuda, eu preciso de oração, eu preciso de cura, eu preciso de culto no lar, eu, eu, eu… É assim que pensamos? Que tal, eu preciso de oração, mas irei também ajudar quem precisa… Eu preciso de dinheiro, mas também quero ajudar no trabalho social da igreja… Pensar no coletivo em detrimento de ficarmos somente pensando no nosso umbigo é necessário e imprescindível.

6. Decidir que os problemas e dificuldades são advindas da falta de fé – Eu estou doente porque meu marido está em pecado e por isso Deus não quer me curar, meu parente não ressuscitou por não termos fé na oração do velório, eu estou mal financeiramente por causa dos meus pensamentos pecaminosos… Por mais que aos meus olhos isso pareça o cúmulo do absurdo, algumas pessoas ainda pensam assim.

Existem pessoas que acreditam que até ir ao médico é falta de fé, acredite se puder. Deus deu capacidade a alguns homens de serem médicos, psicólogos, da mesma forma como existem advogados, professores… Se Deus não quisessem que procurássemos médicos quando estivermos doentes então não poderíamos confiar em professores para nos ensinar, em advogados em nossas causas e qualquer outro dom e talento aprimorado com estudo.

Deus não quer que nos isolemos, Deus não quer que você morra doente, Deus não deixou de te curar por causa do pecado ou da falta de fé. Deus é justo, mas as vezes nossa mente não é capaz de entender o que ele quer que entendamos e lutemos com as armas que Ele já nos deu.

7. Decidir que dinheiro e poder são diferenciais – Existem lugares que preferem os ricos e mais arrumados e por isso não tratam todos com o mesmo carinho e amor. Nós não temos capacidade de saber quem está dando tudo de si para Deus por isso pensemos que todos podem ser a mulher que deu tudo o que tinha para Deus independentemente de parecer ou não a mais rica ali.

Não importa se você dá dez reais ou cem para Deus, Ele lê seu coração e sabe o quanto você está se dedicando a Ele. Por isso nós não devemos fazer distinção de quem deu mais ou menos para a obra de Deus.

Este post foi baseado na mensagem feita pelo Pr. @marcioduran no Congresso [RE]Pensar 2009 na Igreja Batista Betânia.

Pergunta do dia: Quais destes itens você tem mais dificuldade em entender e porquê?

Que Deus nos ensine a sermos mais servos e a superarmos cada vez mais a religiosidade.

→ 3 ComentáriosCategorias: evento · religiosidade · religião
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A vaidade dos ministérios de louvor e dança

Novembro 13, 2009 · 6 Comentários

dancaComecei, hoje, a participar de um seminário na igreja sobre teologia contemporânea e tive várias ideias sobre novos posts para escrever. Uma sobre a revisão necessárias as traduções atuais da escritura, outro sobre o equívoco da maioria das pessoas com relação ao número 666, dentre vários outros temas, mas quis começar falando de uma conversa que tive com a Angélica, que é da minha igreja, e que por acaso também escreve em um blog.

A conversa foi sobre os ministérios de louvor e dança da igreja. Dos quais eu sou extremamente reticente.

Acredito no louvor e na dança como forma de adorar a Deus? Claro que sim. O que me incomoda e me faz cada vez mais ser contra a exposição e a valorização desses ministérios é simplesmente uma palavrinha… Vaidade.

Quantas vezes vemos pessoas que somente frequentam a igreja pensando em tocar ou dançar no louvor? Quantas pessoas não estão ali para que Deus seja o centro, mas sim elas? Precisam de elogios, precisam de roupas brilhantes, precisam se destacar.

Estou generalizando? Claro que estou… Existem casos a parte em todas as circunstâncias, mas atualmente muitos agem e pensam assim. Já vi em minha caminhada cristã pessoas que foram embora do culto por não dançarem ou não participarem do louvor naquele dia. Já vi pessoas que saíram da igreja por não estarem envolvidos mais em algum ministério.

Sinceramente, vamos pensar em números… Quantas pessoas querem limpar o banheiro da igreja? Agora compare com o número de pessoas que querem participar do louvor e/ou do ministério de dança. A que saldo nós chegamos?

A balança sempre penderá para o lado mais fraco, o lado humano, o lado do egocentrismo, da vaidade, do eu. A balança penderá para o lado onde receberá mais elogios ou terá seu rosto e imagem cada vez mais a frente. Nesse caso, se fossemos primar para darmos o mesmo direito aos elogios para quem limpou os banheiros e quem tocou algum instrumento, dançou ou cantou no culto, deveríamos de púlpito agradecer cada um que fez algo pela igreja na semana. Já imaginou o tempo gasto nisso? Ou que tal proibir qualquer manifestação de elogio ou agradecimento aqueles que cantaram ou dançaram no culto. Você acha que o certo é censurar a demonstração daqueles que foram impactados pelo louvor ou pela dança?

Mas isso está prejudicando a vida espiritual destes mesmos que possuem dons especiais de música, danças e artes e alguns precisam de ajuda urgentemente.

Estamos em uma época onde o louvor e a dança de adoração a Deus é cada vez mais comercial. Estamos em uma época que entregamos trófeus aos “cantores”, “bandas” e “ministérios” gospel. Essa é a era que paga o valor absurdo para ter a presença de um grande nome da música gospel em nosso meio. Estamos na era do “EGOspel”… Desculpem-me o trocadilho mas foi inevitável.

Então o quê fazer? Bem, a Angélica citada anteriormente, é a líder de um ministério da minha igreja e acabou me convidando para participar. Qual o ministério? O de dança, teatro e louvor. Ironias à parte, aceitei com ressalvas… Deixei bem claro que eu não quero estar lá na frente e que nunca saibam que sou eu que estou fazendo algumas coisas, da mesma forma como eu não tenho nome e rosto, sou apenas “A Evangelista”. Pedi isso, pois mesmo levantando uma bandeira contra a vaidade dentro da igreja e tentando ser o mais discreta possível, sou humana e não quero dar chances para esse bichinho da vaidade cristã me atingir. E o melhor… Eu quero continuar indo para igreja por e para Deus, e só por Ele.

Pergunta do dia: Você já foi testemunha de um caso de vaidade em um dos ministérios citados?

Que Deus nos abençoe e nos ensine todos os dias a humildade.

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Bullying, preconceitos e o projeto de lei que pune a homofobia

Novembro 11, 2009 · 6 Comentários

gordinhaIIHoje enquanto lia o twitter me deparei com um que dizia: “Homofobia deve ser crime? http://bit.ly/oXz4v Claro que deve!”, o link divulgado é sobre uma enquete que está rolando no site do Senado Federal sobre a aprovação do projeto de lei (PLC 122/2006) que pune a discriminação contra homossexuais.

Eu, pessoalmente, sou contra toda a forma de discriminação e preconceito existentes e aqui não vou falar sobre o homossexualismo e sim sobre ampliar esse projeto de lei.

Quem nunca foi vítima de preconceitos? Eu mesma já sofri vários na infância e até hoje em dia por ser cristã, além disso, na infância sofri o chamado bullying, que nada mais é do que sofrer violência física ou psicológica, por ser gordinha.

Sim, eu sofri horrores pois não estava nos padrões que a televisão ou a indústria da moda impunham. Eu não tinha um corpo como se exige, por exemplo, no seriado Brasil Next Top Model. Não que eu ache que o seriado está errado, eles tem que primar pelo corpo necessário aquele tipo de trabalho, afinal se eu quero trabalhar com computador tenho que saber mexer nele, ou seja, são padrões e regras para conseguir trabalhar no meio. Mas o meu caso é diferente. Eu nunca quis ou desejei ser modelo, nunca quis vestir manequim abaixo de 38, então porque tenho que sofrer preconceitos por vestir meu manequim 44 e que cai super bem em mim?

As próprias lojas de roupas, as passarelas e a televisão estimulam esse tipo de comportamento quando não permitem que pessoas com manequim 48 possam comprar em suas lojas e afins. Isso não é também uma forma de preconceito?

Sobre ser cristã, as coisas não são nada diferentes, você vive preocupada se vai escandalizar as outras pessoas e não é raro questionarem alguma decisão sua por terem um conceito pré estabelecido do que é certo ou não uma pessoa que se diz cristã fazer. Com isso, muitas pessoas novas na fé se desestimulam por não estarem de acordo com as regras consideradas “certas e erradas” e a pressão é grande demais para elas suportarem.

E é isso que quero salientar nesse post. Jesus nunca discriminou ninguém, pelo contrário, confrontou um regime pré existente da época onde se pressupunha apedrejar alguns grupos de mulheres chocando-os com uma das frases mais repetidas: “Quem não tiver pecado que atire a primeira pedra”.

Perguntas do dia: Se é assim, porque nós cristãos não lutamos para que esse projeto de lei seja ampliado e puna toda a forma de preconceito que possa ser comprovado? Porque as gordinhas que podem ser as bulímicas ou anoréxicas de amanhã, os cristãos, ou qualquer outra minoria não pode ser parte também desse projeto de lei?

Que Deus nos abençoe e ilumine a todos os nossos representantes do senado.

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Cristão também quer dinheiro, ações, investimentos e empreendedorismo

Novembro 6, 2009 · 2 Comentários

42-17776042Que cristão pensa em dinheiro, não é novidade nem para quem não é cristão, mas no mês de outubro eu fui num evento chamado investcamp e passei a pensar mais nisso.

Tudo bem que gastei indo ao evento mas o investimento valeu! Por isso, resolvi preparar um post pensando em blogs, livros e tudo relacionado ao tema para quem é cristão e não sabe nada sobre investimentos ou sonha em abrir sua empresa. (Não considero dízimo investimento e  não falarei disso nesse post)

Muitos são os blogs atuais que falam sobre investimentos, ações e outros, que vale o povo cristão conhecer. Os blogs que mais tenho lido atualmente são o Dinheirama, o Investidor Jovem e os fóruns Money do blog Mais Dinheiro e o Clube do Pai Rico.

Como podem ver, os fóruns de investimentos e dinheiro são tão valorizados quanto os blogs e vale a pena a visita pois temos desde de iniciantes que podem debater com a gente até os mais avançados que nos darão dicas preciosas e abençoadas.

Desses que já falei, vale ressaltar que o Dinheirama, além de um blog com muito conteúdo tem, também,  um podcast muito bom e que vale ouvir ou até baixar e colocar no MP3, Ipod e afins. O que eu linkei fala sobre Finanças Pessoais e Comportamento, mas eles tem outros assuntos como educação financeira nas escolas, negócio próprio, ações…

Dei uma pequena pesquisada também no NING e em outras redes mas, sinceramente, quando buscamos sobre o assunto no Google ou nas redes sociais o que mais aparece é o famoso “Ganhe dinheiro rápido e fácil”, fora as milhares de pessoas associadas que costumam captar outros para participarem de seu marketing multinível, ou em outros casos, pirâmides. Por isso, na hora de pesquisar sobre ações, investimentos e dinheiro tenha cuidado em ler e tente pegar frases de efeito nos textos, agora se seu interesse é participar de empresas desse tipo é ir fundo nas buscas porque não falta conteúdo.

Vale ressaltar que, nem pra nós que somos cristãos, dinheiro nasce em árvore… Claro que Deus abençoa nossos investimentos e quer nos ver prósperos mas um ser humano prometendo dinheiro rápido e fácil é preciso muita oração e jejum para acreditar.

Já se a sua intenção não é investir seu dinheiro e sim abrir um negócio, outros sites são muito aconselháveis… Do óbvio Sebrae, até o Instituto Endeavor, o Papo de Empreendedor e finalmente o Entrepreneurship (esse em inglês). A intenção aqui é desde dos cristãos que querem abrir seu e-commerce online até para quem quer montar uma mega empresa.

Outra coisa que não pode deixar de faltar nessas horas é ler bastante sobre o assuntos em livros e o que não faltam são livros sobre isso. No próprio investcamp foi falado sobre o livro “Mais Tempo Mais Dinheiro” do Gustavo Cerbasi e do Christian Barbosa e esse mês a Thomas Nelson Brasil ainda está lançando o livro “Investimento em Ações” do Gil Are Deschatre e, claro, que eu não poderia deixar de falar neles né?

Perguntas do dia: Você conhece outros blogs, sites ou livros que valem a pena ler sobre o assunto? Vamos fazer dos comentários desse post um debate sobre finanças?

Que Deus abençoe nossas finanças e faça prosperá-las todos os dias.

→ 2 ComentáriosCategorias: finanças
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